Spotify, Deezer ou Rdio, qual o melhor?

Os serviços de streaming de música parecem que finalmente estão ganhando mais espaço no Brasil. Eu virei uma fiel cliente há cerca de três anos, quando fiz uma assinatura da Rdio. Na época, não existia Deezer por aqui e Spotify só com muita gambiarra. Ah, teve o Grooveshark, mas o bonitinho nunca me conquistou de verdade.

Spotify, Rdio ou Deezer

No Rdio, o que mais me chamava a atenção era poder usar um aplicativo tanto no celular quanto no PC para criar playlists, organizar músicas, etc. Gostava muito do que usava, mesmo xingando todos os deuses pelo super hiper lerdo aplicativo do Rdio no PC. No smartphone, funcionava de boa, mas no computador… era preciso muita, mas muita paciência!

Até que em um belo dia, fui passar um período em Londres e por lá não precisava de nenhuma gambiarra para usar o Spotify. Pra mim, sairia mais barato que o Rdio e o player era infinitamente superior! O melhor, neste mesmo player eu poderia adicionar as músicas que eu já tinha no computador e desta forma não precisaria usar iTunes, Music Bee ou qualquer outro player de música. Só por isso o Spotify ganhou inúmeros pontos comigo. Simplificar a vida é bom né?!

Aí voltei pro Brasil e mesmo podendo usar o Spotify Premium por aqui, conheci o Deezer. Cheguei a assinar o serviço por um mês, mas… dos três foi o que menos me agradou.

Aliás, já não me agradou logo de cara por não ter um player para o serviço. Pagando ou não, você só pode usar o Deezer no navegador ou então em aplicativos para celular e tablet. Pode parecer simples, mas pra mim, faz muita diferença.

Enfim, qual o melhor, Spotify, Deezer ou Rdio?

Pra mim, de longe, o Spotify. Mesmo não tendo uma biblioteca nacional muito extensa, ela vem crescendo muito nos últimos meses (até o CD da tal Banda Malta já tem) e a tendência do serviço é melhorar cada vez mais. O Rdio ficaria em segundo lugar pois o seu player ainda não permite a inclusão de músicas que eu já tenho no computador. E até a última vez que testei o serviço, o player ainda era extremamente lento.

O Deezer… bom, quando o Deezer disponibilizar um player, eu posso voltar a considerá-lo novamente.

Vale lembrar que esta é a minha opinião. Com certeza existem pessoas que preferem o Rdio ou outras que preferem o Deezer ou até o saudoso Grooveshark. Falando a verdade, melhor é aquele que sempre te atende bem.

Há nove anos

Há nove anos atrás eu acordei, em uma segunda-feira ensolarada, com um telefonema às 8:30 da manhã. Faz tanto tempo, mas eu lembro de todos os detalhes daquela manhã como se fosse ontem.

Do outro lado da linha, era a funcionária do hospital onde minha mãe estava internada. Ela não precisou dizer nada. Para o telefone tocar, tão cedo, não poderia ser coisa boa.

E não era.

Saí de casa em direção ao hospital. Na época, morava em Copacabana. O hospital ficava na Gávea. Mas aquela jornada dentro do táxi demorou tanto tempo que parecia que eu estava em uma viagem do Rio de Janeiro para qualquer cidade do nordeste, de tanto que demorava.

Cheguei no hospital, me encaminharam para uma sala e lá ouvi o que jamais queria ouvir. Depois de uma semana internada, minha mãe tinha perdido a luta para a diabetes e o meu mundo desabou. Era a primeira “pessoa próxima”que me deixava de repente. Tá, minha vó e uma tia faleceram anos antes, mas elas não conviviam tanto comigo e mãe é mãe. Na hora, só fiquei pensando em como seria ter que cuidar do meu pai, sozinha e o pior, como eu daria aquela notícia para um senhor de 81 anos na época. Como seria viver sem a Dona Luzia a partir daquele dia?

Há nove anos

Minha mãe foi uma das pessoas mais generosas que conheci. Por muitas vezes ela realizava meus desejos mesmo sem poder. Eu um dia quis um Master System, ela foi lá, sacou dinheiro da poupança e me deu de presente. Eu queria uma bicicleta “com marchas”, mais uma vez ela foi lá na poupança e realizou o desejo da filha. Mas isso não era só comigo. Ela sempre deixava de comprar ou fazer as coisas pra ela, para poder ajudar os outros. Sem pedir nada em troca. Nada mesmo.

Depois que ela faleceu, fiquei sabendo de histórias de pessoas que ela ajudava na igreja, de uma amiga próxima que ela ajudava sempre que podia e coisas do tipo.

Minha mãe também me salvou várias vezes de levar broncas épicas do meu pai.

Uma pena ela ter ido tão cedo, pois assim eu jamais consegui realizar alguns de seus sonhos, como ela realizou vários meus durante o período em que estivemos juntas. Se tem uma outra coisa que ficou faltando entre nós, foi uma conversa franca para me expor. Esse é um dos maiores arrependimentos que tenho na vida.

Minha mãe era uma católica daquelas bem praticantes e se fiz Primeira Comunhão foi por causa dela. Eu nunca liguei pra religião e nunca vi um propósito naquilo. Sendo assim, dá pra imaginar que ela procurava “seguir as leis da igreja”. Por isso, eu fui sempre adiando a tal conversa pra depois. Mas, sejamos sinceras. Mãe sempre conhece o filho, nesse caso a filha, muito bem. Eu não contei com todas as letras para minha mãe que eu estava em um relacionamento, mas tenho certeza que ela sabia disso muito bem.

E hoje, nove anos depois, o sentimento não é de tristeza, mas sim de saudade. A saudade nunca passa. Mas a tristeza que me abateu naquela segunda-feira, dia 22 de agosto de 2005, foi-se embora no momento em que eu percebi que a Dona Luzia não gostava de tristeza. E pra falar a verdade, eu também não. A vida continua, apenas sem a presença de algumas pessoas que amamos por perto fisicamente, mas sempre no coração.

Eu já disse que não quero ter filhos?

Cá estou eu curtindo os meus 35 anos. Geralmente a sociedade diz que nesta idade, você já deve estar casada, com filhos, um emprego estável, formado com mestrado, doutorado e tudo mais que o mundo educacional mandar.

Minha mãe era uma pessoa que pensava justamente assim. Provavelmente se estivesse viva, hoje uma das maiores discussões que eu teria com ela era sobre o fato de eu ter decidido lá pelos meus 15 anos que jamais queria filhos. Eu era filha única por parte de mãe e me lembro até hoje de quando “a comuniquei” da minha decisão pela primeira vez. Claro que ela veio com o papo de que eu era muito nova e que eu mudaria de ideia depois.

Só que eu não mudei.

E não querer ter filhos não significa não gostar de crianças. Eu gosto.

Tive duas sobrinhas e um sobrinho. Mas minha relação com meu irmão sempre foi (muito) complicada e ele tratou de me privar da convivência com os três. Mas isso é assunto para outro post.

E eu também gostaria de saber o motivo pelo qual muita gente acha que o fato de decidir não ter filhos está totalmente relacionado a não gostar de crianças.

Eu nunca pensei em ter filhos por dois simples motivos:

– Liberdade
– Questão financeira

Filhos

Parte 1: A Liberdade

Eu, filha de português e com um irmão (por parte de pai) 16 anos mais velho, sempre vivi sob uma sombra totalmente machista. Eu não poderia sair com os amigos antes dos 18 anos, a prioridade da casa sempre era pro irmão homem e mais velho e coisas do tipo. Mulher não pode isso, mulher não pode aquilo.

Felizmente minha mãe salvava minha pele em várias situações.

Talvez por ter passado boa parte da minha vida vivendo uma situação assim, decidi que quando fosse dona do meu próprio nariz, eu faria o que eu quisesse, a hora que quisesse, do jeito que eu quisesse.

Imagina ter um filho e ter que perder “essa tal liberdade” que eu sempre quis. Thanks. But, no thanks.

A melhor coisa do mundo é poder ter a sua vida e viver do jeito que você quiser. E filhos, por mais que sejam família, acabam com qualquer liberdade. E não tentem me convencer do contrário.

Parte 2: O lado financeiro

Felizmente desde 2006 eu trabalho com o que eu gosto. É verdade que parei nesse mundo “bloguístico” por conta de um momento triste na minha vida, mas tenho certeza que hoje minha mãe se orgulha de mim. Foram só 26 anos de convivência, mas ela conseguiu me ensinar muita coisa.

Meu trabalho não tem garantias. Eu gosto de viver assim. Eu já trabalhei batendo cartão de ponto e com horários definidos. Era bacana ter o salário garantido, benefícios e tal. Mas já parou pra pensar que se você não é funcionário público pode ser demitido a qualquer momento? Então. Eu vivo a adrenalina de não saber quanto vai ser o meu salário mês que vem, mas levo isso numa boa.

Agora imagina se eu tivesse filhos.

Seria obrigada a manter um emprego que me deixava cansada demais, me fazia perder mais de quatro horas todos os dias no trânsito e ainda assim conviver com a sombra da demissão me acompanhando o tempo todo.

O seguro desemprego só dura no máximo, seis meses. E depois? Como alimentar aquele filho? Como pagar escola, alimentação, vestuário?

Eu acho que jamais conseguiria manter toda essa responsabilidade.

Sozinha, eu consigo me virar. Posso fazer “um bico” e garantir o alimento daquele dia. Para ter um lugar para dormir e um prato de comida para comer, só dependo unicamente de mim. Posso viver um dia de cada vez.

Agora, por que quem não tem filhos é quase considerado um criminoso?

Se eu respeito a vontade de quem quer e tem filhos, por que a minha na maioria das vezes não é respeitada?

Assim como existem pessoas que são felizes com filhos, existem aquelas que também são felizes sem filhos. O problema é que muita gente ainda não entendeu isso.

 

Como comprar livros no Book Depository

Desde que comprei o Kindle, a primeira pergunta que me faço para decidir se compro um livro ou não é: Tem versão pro Kindle?

Se tiver, provavelmente meu instinto consumista vai falar muito alto e o maldito “comprar com um clique” da Amazon vai me deixar mais pobre, mas se não tem versão pro Kindle, o livro é sério candidato a ficar na lista de desejos por um bom tempo.

Por isso, eu já fui mais viciada em pedir livros pela internet do que sou agora. Lembro que eu tinha pilhas e pilhas e não conseguia ver uma oferta de lojas online que eu comprava. Até que veio o dia em que eu precisei me desapegar de tudo e boa parte dos livros foram doados sem sequer serem abertos uma única vez.

Eu já disse que minha melhor terapia são os diários e meus cadernos favoritos para serem transformados em diários são justamente os Moleskines. Aqui no Brasil, eles custam quase um rim cada um, mas no exterior o preço praticado é bem mais justo. Como livros e impressos não pagam impostos quando são importados para nosso país, é nessas horas que entra o Book Depository.

Eu gosto muito da Amazon, mas também gosto muito do Book Depository. Eles costumam ter um acervo ENORME e mandam os livros para o Brasil com frete grátis. Então se é para economizar, vamos economizar. É claro que se você estiver com urgência em algum livro, recomendo usar a Amazon pois eles tem um serviço de “Priority Shipping” que é caro, mas faz a encomenda chegar na sua casa em cerca de seis dias.

Para quem não conhece, Book Depository é uma loja virtual baseada no Reino Unido. É confiável para fazer as compras e você pode fazer o pagamento tanto com cartão de crédito internacional ou então usar a sua conta do PayPal. Ao fazer as compras, basta seguir os passos abaixo:

Acesse o site BookDepository.com e digite na busca o nome (em inglês) do livro que pretende comprar. No meu caso, eu estava fazendo uma busca por… Moleskine!

Comprar livros no Book Depository

Encontrou o produto que queria? Então basta clicar em “Add to Basket” e adicionar ao carrinho:

Comprar no Book Depository

O item será adicionado ao seu carrinho de compras e caso deseje procurar por outros itens, clique em “Continue Shopping”. Se já encontrou tudo que queria e apenas deseja pagar, clique em “Basket/Checkout”.

Comprar no Book Depository

Hora de pagar pelo seu pedido. Você pode usar duas formas: informar diretamente o número do seu cartão de crédito, para esta opção clique em “Checkout” ou então usar o Paypal, que é a minha forma de pagamento predileta. Para isso clique em “Checkout with Paypal”.

Comprar no Book Depository

Se a forma de pagamento escolhida foi o Paypal, você será automaticamente redirecionado para a página da empresa para realizar o pagamento da sua compra. Se optar por pagar usando o cartão de crédito, será direcionado para uma janela onde deverá informar os dados para pagamento.

Comprar no Book Depository

Depois de todos os dados informados, basta clicar em “Place Your Order”. Se quiser armazenar seus dados para uma próxima compra, basta informar um e-mail, uma senha e clicar em “Register” na página seguinte.

Comprar no Book Depository

Agora, se não quiser se registrar no site, não tem problema. Basta verificar no seu e-mail por uma mensagem confirmando seu pedido.

Boas compras!

A melhor terapia que alguém pode fazer…um diário

Eu sempre gostei de escrever diários. Acho divertido lembrar de alguns momentos do passado, mesmo aqueles que nem foram tão bons assim. Nesse caso, o melhor ainda é ver o quanto evoluímos com os anos e passamos a dar menos valor a coisas que não valem nem um pouco a pena.

Escrever diários é uma terapia pra mim. A mão não dói, as ideias aparecem e não gasto fortunas com terapeutas, psicólogos e afins. É uma terapia boa, bonita e barata.

Por exemplo: eu sou uma péssima desenhista. Mas quando dá vontade, acabo produzindo algumas “obras primas”. Claro que esses desenhos eu jamais mostro pra alguém. Mas sinceramente, lápis de cor e tinta podem se tornar seus melhores amigos nas horas mais difíceis.

Recentemente, adquiri um brinquedo desses:

Destrua Este Diário

Destrua este diário (Wreck this journal) – Keri Smith – Ed. Intrinseca

Este não é um diário qualquer. Ele é feito para ser destruído. É libertador! Reparem as instruções:

Destrua este diário

Destrua este diário

Ele chega novinho, sem dobras, completo e uma das tarefas é justamente arrancar uma página e se desfazer da mesma. Para quem faz coleções de livros (o que não é meu caso) deve doer arrancar uma página, mas foi a primeira “tarefa” que eu cumpri. Que tal aproveitar também e rasgar uma página toda?

Destrua este diário

Algumas das outras tarefas são pintar com cola, colar objetos de escritório, amassar páginas, furar páginas e por aí vai. A verdade é que destruindo, você ativa sua criatividade e também aproveita pra jogar um pouco do estresse fora.

Destrua este diário

Se é coisa de adolescente? Sei lá, pode até ser, mas eu garanto que se você experimentar também vai gostar. Não é à toa que o livro foi um sucesso de vendas no exterior e chegou ao Brasil este ano.

Agora, se não curtir muito a ideia do “Destrua este diário” eu recomendo muito que você pegue um caderninho ou um moleskine ou uma folha de papel e comece a escrever. Garanto que terapia melhor você não vai achar. O melhor? É de graça!

Dica do dia: Cult Pens – Como comprar em uma das maiores lojas de canetas do mundo!

Eu sempre gostei de colecionar canelas e lapiseiras. Desde os tempos de colégio, eu gastava boa parte da minha mesada dentro de algumas das maiores papelarias do Rio de Janeiro. Eu tinha caneta das mais diversas cores, pontas e utilidades. Cuidava de todas muito bem e se alguém levasse uma delas, eu com certeza daria falta.

O tempo se passou e eu desisti de adquirir outros modelos. Resolvi  que usaria as que tinha até que acabassem. Aliás, antes que vocês perguntem onde eu “gasto” minhas canetas, vale dizer que até hoje eu escrevo diários. Isso mesmo, aqueles de papel. Gosto de perder horas escrevendo algumas linhas ou fazendo algumas colagens, que no futuro com certeza me farão rir muito.*Vergonha alheia*

Um dia, doei uma boa parte das canetas que tinha para os filhos da diarista que trabalhava lá em casa. Só que quando cheguei na Inglaterra…

Conheci a Cult Pens. Uma loja exclusivamente online que vende TODO o tipo de caneta que você imaginar. Seja pra desenho, pra scrapbooking, para uma escrita mais refinada e o melhor disso tudo, com preços absurdamente justos. Preciso dizer que eu surtei?

Vale dizer que eu pequei. Comprei muita coisa bacana pra mim. Principalmente algumas canetas da marca Stabilo e Staedtler que no Brasil custam verdadeiras pequenas fortunas. Para terem uma ideia, um estojo com 20 cores diferentes da Stabilo Fineliner (uma das mais populares no nosso país), custa na terra da rainha cerca de £11.99 (algo em torno de R$40 Dilmas). Fiz uma pesquisa rápida pelas papelarias brasileiras e só encontrei um estojo com 10 cores pelo preço de R$44,90 Dilmas. Preciso comentar mais?

Imagina minha tristeza quando decidimos voltar ao Brasil e saber que não mais poderia contar com os preços da Cult Pens? Só que minha alegria rapidamente reapareceu quando descobri que a loja envia para o Brasil! YAY!

Quando cheguei, uma das primeiras coisas que fiz foi fazer um pequeno pedido para testar o serviço e este foi tão bom quanto o que é prestado na Inglaterra. A Cult Pens entrega muito rápido. Pelo menos em terras londrinas, meus pedidos costumavam chegar em no máximo 48 horas e sem ter pago um frete absurdo.

Para fazer o teste, pedi um Kit de canetas da linha Frixion da Pilot com oito unidades que me custou umas R$30 Dilmas (vale dizer que estas canetas são ótimas pois posso apagar qualquer erro sem a necessidade de corretivo, adoro!) e mais umas duas canetas Uni-Ball Jetstream que são mesmo as melhores canetas do mundo e me custaram cerca de R$4 Dilmas cada uma. No Brasil, já comprei uma da mesma linha por R$12 Dilmas.

Fiz o pedido pelo site (que parece pobre, mas é honesto) e informei que a entrega deveria ser feita no Brasil. O frete ficou em torno de R$15 e o prazo para entrega ficou entre 15 e 30 dias úteis. Logo em seguida chegou um e-mail com a confirmação do pedido e no dia seguinte um outro que eu jamais tinha recebido enquanto estava na Inglaterra.

Cult Pens

Nele, a empresa informava que o pedido para chegar ao Brasil poderia demorar mais que o previsto e que a Receita Federal poderia comprar impostos pelos quais eles não se responsabilizavam. Se eu concordasse com estas condições bastava responder ao email dizendo que sim, iria manter o pedido ou se desejava cancelar que eles fariam a devolução do valor pago em até 48 horas.

Achei isso bacana e depois perguntando no SAC da loja fui informada que este email é necessário pois eles já tiveram muitos problemas com entregas para o Brasil e chegaram até a interromper as vendas por uns tempos.

Confirmei o pedido, recebi o código para acompanhamento da encomenda através do site dos Correios e cerca de 15 dias depois do pedido, o mesmo chegou no Brasil. Para minha felicidade (#NOT) fui taxada pela Receita Federal. Sim, o pedido custou menos de US$50, mas mesmo assim os amigos da Receita converteram o valor no câmbio do dia e aplicaram os 60% de imposto. De qualquer maneira, a compra ainda saiu mais barata do que se tivesse feito aqui.

Resumindo: Se você precisa comprar canetas específicas para desenho, estudo ou apenas para coleção, vale muito pesquisar os preços e fazer os cálculos na Cult Pens. Garanto que na maioria das vezes, vai sair bem mais em conta. Ah, eles só aceitam cartão internacional para pagamento. Nada de Paypal. Para fazer suas compras: www.cultpens.com.

A timidez é uma merda…

Timidez é uma merda e eu vou explicar o motivo.

Até um tempo atrás, os blogcamps e barcamps eram algo muito comum aqui no Brasil. Agora, pelo menos por aqui, quase ninguém fala mais disso. Lá fora, ainda rolam muitos durante o ano.

Eu deveria ter ido a um WordCamp em Londres e não fui por pura preguiça.

Estes eventos tinham como objetivo maior o networking, ou seja, eram ideais para conhecer pessoalmente pessoas com as quais você só conhecia através de uma rede social ou um blog. Estes eventos também não deixavam de ser ótimas oportunidades de adquirir conhecimento, uma vez que várias oficinas e palestras aconteciam durante o dia ou final de semana.

Eu sempre gostei de eventos assim. Mas, pensem em uma pessoa tímida, ou melhor, em uma pessoa extremamente tímida, pois é. Esta sou eu. Sempre tive dificuldades enormes para “chegar chegando” como muita gente faz.

Nem parece que eu trabalhei no serviço de atendimento ao cliente de um supermercado e também no atendimento de uma operadora de TV por Assinatura.

Acho que tudo fica mais fácil quando as pessoas vem falar comigo. O contrário, é praticamente impossível. =D

Mas, em um belo fim de semana do ano de 2008 (é, tem muito tempo, eu sei) eu resolvi sair de Curitiba (morava na bela capital do Paraná na época) e ir até São Paulo para um blogcamp. Foi minha segunda participação em um evento deste tipo. Até então, só tinha participado de um Barcamp no Rio de Janeiro e alguns encontros de blogueiros curitibanos.

No evento em São Paulo foi possível ver inúmeras figuras conhecidas. Várias delas. Pergunta de me apresentei para alguma? Mesmo depois de ter trocado algumas palavras via Twitter com várias delas, sequer cheguei pra dizer oi.

Até que durante uma dessas palestras, uma figurinha muito conhecida, estava sentada logo na minha frente. Qual seria a atitude de uma pessoa normal? Chegar e apresentar-se né? Mas não. Eu fiz isso:

A timidez é uma merda!
Eu, me apresentando via Twitter

É, eu não sou muito normal. Muito simpática, a pessoa em questão virou-se e trocou umas duas ou três palavras comigo. Nos falamos até hoje, portanto, acho, que ela não me achou tão bizarra assim.